Um século de história

1920

Em 6 de setembro de 1920, o então presidente de Minas Gerais, Arthur da Silva Bernardes, sancionou a Lei nº 761, autorizando a criação da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Esav)

1921

No dia 1º de janeiro de 1921, o agrônomo Peter Henry Rolfs, professor da Escola de Agricultura da Flórida (EUA), é contratado para organizar e estruturar a futura Esav. Ele desembarca no Brasil em 4 de fevereiro de 1921 e começa o trabalho para estruturar a Escola.

1922

Pelo Decreto nº 6.053, do dia 30 de março de 1922, é criada e instalada na cidade de Viçosa (MG) a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Esav). 

No dia 10 de junho de 1922, em um evento que reuniu autoridades, trabalhadores e a população de Viçosa, foi lançada a pedra fundamental do edifício principal, atual Edifício Arthur da Silva Bernardes. Ou, como é popularmente conhecido, o “Bernardão”.

João Carlos Bello Lisboa é contratado em 5 de agosto de 1922 e, posteriormente, em 16 de dezembro, nomeado engenheiro-chefe das obras da Esav, contribuindo decisivamente para a construção física da instituição.

1924

A Banda de Música da Esav, criada em 1923 e formada por cerca de 20 operários, sob a regência do maestro Manoel Florentino, destacou-se como uma das primeiras manifestações culturais do campus. Sua apresentação inaugural ocorreu em 8 de agosto de 1924, durante a cerimônia de instalação da cumeeira do Prédio Principal.

1926

Em 28 de agosto de 1926, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Esav) é oficialmente inaugurada pelo presidente Arthur da Silva Bernardes, então presidente da República, consolidando sua presença no ensino superior brasileiro. Na imagem, está o comboio presidencial chegando para a cerimônia de inauguração.

1927

O dia 1º de agosto marca o início das aulas dos ensinos Fundamental e Médio, primeiro passo da Esav na educação formal. Na foto estão Bello Lisboa e alguns alunos da primeira turma do curso técnico em Agricultura.

Com o início das aulas, em 1927, Peter Henry Rolfs assume como primeiro diretor da Escola Superior de Agricultura e Veterinária.

1928

No dia 1º de março de 1928 aconteceu a primeira aula do curso superior de Agricultura, ministrada pelo professor Hermann Rehaag. Na fotografia, ao centro da primeira fila encontra-se o diretor Peter H. Rolfs; à esquerda, o vice-diretor Bello Lisboa; e, à direita, o professor Hermann Rehaag, primeiro chefe do Departamento de Zootecnia. Ainda na primeira fila, à direita de Rehaag, está Diogo Alves de Mello, primeiro chefe do Departamento de Agronomia, acompanhado de outros professores. Ao fundo, aparecem os alunos do curso superior de Agricultura, e dos cursos Técnico em Agricultura e Administrador Rural.

O dia 26 de julho de 1928 marca a inauguração do Internato Estudantil, então denominado Dormitório. Destinado à moradia de alunos vindos de outras cidades, o espaço era, inicialmente, de uso exclusivamente masculino. Posteriormente, o prédio passou a se chamar Edifício Bello Lisbôa e se tornou uma moradia estudantil feminina.

1929

Em 1º de fevereiro de 1929, João Carlos Bello Lisboa assumiu a direção da Esav, liderando o desenvolvimento institucional até 1936.

1929 também foi o ano da primeira edição da Marcha Nico Lopes. Criada por alunos da Esav, o nome da marcha homenageia o popular Nico Lopes, consolidando a tradição estudantil viva até hoje.

No dia 14 de julho de 1929 aconteceu a primeira cerimônia de entrega de certificados de conclusão de curso da Esav. O evento reuniu os primeiros concluintes dos cursos Fundamental e Médio e contou com a celebração de uma missa presidida pelo Arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira.

O dia 15 de julho de 1929 marca o surgimento daquele que viria a se tornar o mais tradicional evento de extensão rural do país: a Semana do Fazendeiro. A primeira edição, voltada aos agricultores da região, contou com a participação de 39 inscritos. Na fotografia, além dos agricultores participantes, aparecem o então diretor Bello Lisboa, ao centro; à sua direita, Jacinto Soares Souza Lima, um dos principais idealizadores do evento; e os professores Diogo Alves de Mello e Joaquim Fernandes Braga.

1931

Em 15 de dezembro de 1931, colou grau a primeira turma de engenheiros agrônomos, um marco fundador que deu início à trajetória de excelência do ensino superior da instituição. Na foto estão o diretor Bello Lisboa, professores e os primeiros profissionais formados pela UFV.

1932

Tem início, no dia 1º de março, o curso superior de Medicina Veterinária.

1934

No dia 19 de setembro de 1934, Geraldo Oscar Domingues Machado é eleito o primeiro presidente do centro que representa o corpo discente. Anos depois, em 20 de novembro de 1959, ele se tornaria o 3º reitor e 10º dirigente da instituição.

1935

Pelo Decreto nº 112, assinado por Getúlio Vargas em 4 de abril de 1935, a Esav obtém reconhecimento formal como instituição de ensino técnico-científico.

Em 14 de dezembro de 1935 aconteceu, pela primeira vez, o Congresso de Ex-Alunos, dando origem à Associação de Ex-alunos da Esav. A tradição se mantém até hoje, com o tradicional encontro de Ex-Alunos da UFV.

Fechando o ano de 1935, em 15 de dezembro, acontece a colação de grau da primeira turma de Medicina Veterinária.

1939

A Revista Ceres é lançada no dia 1º de julho de 1939 e se torna a primeira publicação técnico-científica da Esav, reunindo professores e pesquisadores como editores.

1948

Em 13 de novembro de 1948, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Esav) foi elevada à condição de Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (Uremg), pela Lei nº 272. Na fotografia, ao centro, encontra-se o então governador do estado, Milton Soares Campos, acompanhado de diversas autoridades, durante a solenidade que oficializou a transformação da Esav em Uremg, realizada em Viçosa.

O dia 15 de dezembro de 1948 marca a diplomação da primeira mulher na Esav. Gertrud Rita Kloss concluiu o curso Técnico em Agricultura, abrindo caminho para a ampliação da presença feminina na instituição.

1949

Em 7 de setembro de 1949, Joaquim Fernandes Braga tomou posse como o primeiro reitor da Uremg. Ex-aluno e professor da instituição, foi responsável por conduzir o processo de consolidação institucional da universidade até 1956.

1950

Em 15 de dezembro de 1950, a Uremg diplomou a primeira mulher no ensino superior. Liene de Jesus Teixeira tornou-se a primeira engenheira-agrônoma formada pela UFV.

Em 1950 teve início a construção da Vila dos Professores, atual Vila Giannetti. As residências foram projetadas para abrigar docentes, como parte do esforço para consolidar a Uremg como uma instituição de ensino superior rural robusta e atrair profissionais qualificados. O conjunto, construído com recursos do Estado de Minas Gerais e de entidades parceiras, como a Fundação Ford, recebeu o nome de Vila Giannetti em homenagem a Américo René Giannetti, então Secretário de Agricultura do Estado de Minas Gerais, cuja atuação foi decisiva para a transformação da Esav em Uremg e para o desenvolvimento da instituição. O projeto arquitetônico foi de Cláudio Jorge Gomes de Souza.

1952

Com o advento da Uremg e a pedido dos estudantes, foi constituída uma comissão para estudar e definir os símbolos que representariam a instituição. Integraram essa comissão os professores José Marcondes Borges, idealizador do brasão, e Alfred Beck Andersen, responsável por seu desenho. Após os estudos e definições, os elementos visuais foram aprovados pelo Conselho Universitário em 3 de julho de 1952.

Em 1º de agosto de 1952, foi inaugurada a Escola Superior de Ciências Domésticas, a primeira do gênero no país, inicialmente oferecendo o curso médio de Administração do Lar e, posteriormente, o curso superior em Economia Doméstica. A primeira entrega de certificados do curso médio aconteceu em 1952 e do curso superior em 1956. Na fotografia, na primeira fila e ao centro, encontra-se o professor Joaquim Fernandes Braga, então reitor da Uremg, ao lado das professoras Virgínia B. White e Dorinha, da filha de Peter H. Rolfs, Clarissa Rolfs, e de estudantes.

Já como Uremg, a instituição firmou convênios de intercâmbio de professores com o objetivo de fortalecer suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Entre eles, o acordo estabelecido com a Universidade de Purdue, dos Estados Unidos. Assinado em 1952, esse convênio lançou as bases para a implantação de programas pioneiros de pós-graduação no Brasil. Da esquerda para a direita, segurando a flâmula da Universidade de Purdue, estão o professor Carlos Schlottfeldt, o reitor Lourenço Menicucci Sobrinho, Earl Butz, então reitor da Universidade de Purdue, e a professora Maria das Dores de Carvalho Ferreira.

1955

O dia 5 de dezembro de 1955 marcou a incorporação da Escola Média de Agricultura de Florestal (Emaf) à Uremg, ampliando o alcance educacional da Universidade para a região metropolitana de Belo Horizonte. Em 1982, a instituição passou a denominar-se Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (Cedaf). Desde sua incorporação, a Escola oferece ensino médio e profissionalizante na área de ciências agrárias.

1960

Em 30 de maio de 1960, o governo federal instituiu, no âmbito da Uremg, a Escola Nacional de Florestas. Ainda naquele ano, a iniciativa deu origem ao curso de Engenharia Florestal, pioneiro no Brasil. Em 1963, a escola foi transferida de Viçosa para Curitiba. No ano seguinte, graças ao empenho de professores da Uremg, foi criada a Escola Superior de Florestas, que teve como primeiro diretor o professor Arlindo de Paula Gonçalves.

1961

Em 19 de dezembro de 1961, foi defendida a primeira tese de mestrado do país, por José de Almeida Soares, sob a orientação de Flávio Augusto D’Araujo Couto. A data marca o início da pós-graduação stricto sensu no Brasil. Na fotografia, aparecem o professor Flávio Couto e os cinco primeiros alunos a defenderem tese em Ciências Agrárias no país. Da esquerda para a direita, estão José de Almeida Soares, Agripino Abrantes, Jules Janick (Universidade de Purdue), Flávio Couto, Luiz Jorge Gama Wanderley e Alfredo Arruda Branco.

1963

O ano de 1963 marcou o início do Centro de Processamento de Dados (CPD), com a chegada dos primeiros computadores à Uremg. A partir desse momento, passaram a ser implantados sistemas computacionais voltados ao apoio da gestão acadêmica e administrativa.

1965

Em 14 de julho de 1965, foi criado o Colégio Universitário (Coluni). A instituição de ensino fundamental e médio iniciou suas atividades com o propósito de fortalecer a educação integrada e, posteriormente, passou a denominar-se Colégio de Aplicação da UFV (CAp-Coluni).

Em 22 de novembro de 1965, a Uremg ampliou ainda mais suas ações com a criação da Central de Experimentação, Pesquisa e Extensão (Cepet), em Capinópolis, no Triângulo Mineiro.

1969

Em 8 de maio de 1969, a Uremg foi federalizada. O Decreto-Lei nº 570 autorizou a criação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) como fundação, consolidando a instituição no sistema federal de ensino superior brasileiro.

Em 15 de julho de 1969, Edson Potsch Magalhães (ao centro da foto) assumiu a reitoria da recém-federalizada UFV, exercendo dois mandatos consecutivos até 1971.

A Biblioteca Central, famosa BBT, foi inaugurada em 28 de outubro. Estrutura fundamental para a consulta e a pesquisa acadêmica, o edifício foi inaugurado com cerca de 5 mil m² e ampliado em 1996.

1978

No dia 1º de julho de 1978 é aprovado o novo Estatuto da UFV que reorganiza a universidade em quatro grandes centros de ciências: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes.

1979

Foi criada, no dia 2 de outubro de 1979, a Fundação Arthur Bernardes (Funarbe), instituição de apoio à pesquisa, extensão e atividades acadêmicas da UFV.

1980

A Portaria nº 2.119, de 8 de maio de 1980, do então Ministério da Previdência e Assistência Social, autorizou a criação do Instituto UFV de Seguridade Social (Agros). A entidade foi instituída para administrar um plano de benefícios previdenciários destinado a suplementar os benefícios pagos pela previdência oficial aos empregados das instituições patrocinadoras e a seus familiares.

1982

A Escola Média de Agricultura de Florestal passou a denominar-se Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (Cedaf), ampliando sua área de atuação. Em 29 de julho de 1982, foram criados os cursos de Assistente de Administração e Secretariado.

1988

Ano de lançamento do Doce de Leite Viçosa no mercado. Inicialmente produzido na Usina Piloto de Laticínios, gerenciada pela Funarbe, o produto acumulou diversas premiações e, em 2001, conquistou, pela primeira vez, o título de Melhor Doce de Leite do Brasil no Concurso Nacional de Produtos Lácteos, competição na qual viria a somar dez títulos nacionais.

1995

Em 1995, foi inaugurada a primeira rede de dados em fibra óptica da UFV. Com cerca de 25 km de cabos, a infraestrutura interligou a universidade com maior agilidade e inédita proteção eletromagnética. Assim nasceu a UFVNet, a intranet da instituição conectada à internet, integrando a universidade à rede mundial de computadores e ampliando de forma significativa o acesso à informação e o desenvolvimento de pesquisas colaborativas em âmbito internacional.

2001

Em 8 de agosto de 2001, é assinado o de protocolo de intenções entre UFV, Prefeitura de Viçosa e Governo do Estado de Minas Gerais para criação do Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional de Viçosa (CenTev), voltado ao fomento do empreendedorismo, da inovação tecnológica e do desenvolvimento regional, conectando a universidade ao mercado. Ele gerencia a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (IEBT) e o Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ).

É criada a Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (Cead), com a proposta de desenvolver ações variadas e permanentes no apoio aos professores que pretendiam atuar com educação a distância (EAD) e na produção de materiais didáticos interativos, além da disseminação do uso das Tecnologias a Informação e Comunicação (TICs) na prática docente.

2003

Técnicos da UFV e da Cead iniciam o desenvolvimento de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA) próprio, o PVANet – hoje adaptado denominado de PVANet Moodle. A intenção é  suprir as necessidades didáticas e demandas específicas dos alunos, por meio de novas metodologias e recursos tecnológicos.

2006

No âmbito do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), foram criados, respectivamente nos dias 22 de maio e 25 de julho, os campi da UFV em Florestal e Rio Paranaíba, ampliando o acesso ao ensino superior e fortalecendo a presença da universidade em diferentes regiões do estado.

2008

O ano de 2008 marcou o início das atividades de graduação nos novos campi da UFV. Florestal e Rio Paranaíba passaram a ofertar seus primeiros cursos de graduação, consolidando a presença da universidade em diferentes regiões.

2013

Ano de implantação da política de cotas na UFV, em cumprimento à Lei nº 12.711/2012, cujo objetivo é ampliar o acesso às universidades federais de estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos, indígenas e com deficiência.

2014

Criação da Unidade Interdisciplinar de Políticas Inclusivas (UPI) para promover acessibilidade e inclusão de estudantes da UFV com necessidades educacionais específicas, incluindo aqueles com deficiência visual, física, auditiva, intelectual e transtorno do espectro autista.

2019

Em 2019, a UFV deu mais um passo importante para o aperfeiçoamento de sua gestão. Em 18 de outubro foi aprovada a Política para Gestão Integrada das Unidades de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Uepes) da instituição e, em 2021, a reestruturação da resolução. As Uepes são resultados de estudos realizados pela UFV para formalizar ações relacionadas aos excedentes gerados pelas atividades acadêmicas dos departamentos, especialmente os de ciências agrárias. O modelo criado na UFV se tornou referência para as universidades públicas brasileiras.

É aprovado o novo Estatuto da UFV, consolidando sua atuação multicampi com a inclusão dos campi de Florestal e Rio Paranaíba ao regimento. O documento é o estatuto vigente da Universidade.

2020

Em 14 de março, a UFV suspendeu todas as atividades acadêmicas presenciais em seus três campi devido à expansão da pandemia de Covid-19 no Brasil. Em agosto, pela primeira vez em sua história, a Universidade realizou uma Sessão Solene de Colação de Grau simultaneamente virtual e multicampi em virtude da necessidade de se manter o distanciamento social.

O retorno completo das atividades acadêmicas presenciais, com a volta de todos os estudantes aos campi, aconteceu em maio de 2022.



2024

A criação do Instituto de Inteligência Artificial e Computacional (Idata)  foi aprovada, no dia 29 de maio de 2024. A missão do Idata é desenvolver um ambiente único em processamento, análise e armazenamento de dados com metas distintas, como: estabelecimento de parcerias; fortalecimento de laboratórios e consolidação das análises de dados fundamentadas em IA e IC para a solução de problemas científicos em áreas prioritárias, com especial interesse nas questões da agropecuária brasileira, além de questões típicas de ambientes naturais, rurais e pequenos conglomerados urbanos.

É lançado o Programa de Apoio à Modernização e Manutenção dos Laboratórios Didáticos (Proladi), coordenado pelas pró-reitorias de Ensino (PRE) e de Planejamento e Orçamento (PPO). O objetivo principal é apoiar propostas de modernização e manutenção dos laboratórios didáticos, encaminhadas pelas coordenações dos cursos de graduação, que estejam inseridas no contexto da valorização do ensino e permanência estudantil.



2025

O ano de 2025 marcou o primeiro processo seletivo exclusivo para pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa representou um avanço concreto na valorização da longevidade, da inclusão e no reconhecimento do direito à educação ao longo da vida pela UFV.



UFV 100 anos depois…

+ 0 mil

profissionais
formados

0

estudantes de
graduação

0

estudantes de
pós-graduação

0

total de
estudantes

0

cursos de graduação em quatro grandes áreas do conhecimento꞉ agrárias; biológicas e da saúde; exatas e tecnológicas; humanas, letras e artes.

0

programas de pós‐graduação com 86 cursos de mestrado acadêmico e doutorado e mestrado profissional

0

professores

0

técnicos administrativos